( Dá seguimento aos postes evocaticos anteriores ).

( Dá seguimento aos postes evocaticos anteriores ).
( Pesem todos os muitos erros na condução do processo ) terá sido, ao afrontar com firmeza a força atavávica e impune do Corporativismo nacional, ( numa das suas expressões mais parasitárias e incompetentes, a dos tarefeiros da Escola Publica ), o rosto do pouco de bom que o anterior governo de Sócrates fez na passada legislatura. A votação contra a suspensão, ontem na A.R., veio felizmente dar-lhe razão. O País, ( o que não vegeta na Função Pública ), agradece. Mesmo quando tudo isto acontece no momento em que o self made man típico do Regime fala sobre Educação e nós sabemos & conhecemos os resultados da mesma: dos varas aos sócrates passando pelos godinhos o modelo é um caso de sucesso. E de sucata.
Bom fim de semana.
Valha-nos o aparente bom senso do Pêpêdê e o sorriso da melosa Alçada. Por mim, venha o cheque ensino que até o Sócrates tirou os filhos da piolheira do Ensino Público e os espetou no Colégio Alemão. Ora pois.
( Pintura, Edouard Henri Avril, seculo XIX, breve contributo pedagógico/ científico para a novel disciplina de educação sexual ).
Abençoado seja o tal bruxo. Aplauso.
( Para Ricardo Carvalho, Bruno Alves, Meireles e para o brasileiro Pepe ).
http://desporto.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1410426
http://www.ionline.pt/conteudo/33707-portugal-tem-africa-do-sul-tatuada-na-pele
Não sendo especialista tenho a opinião de qualquer leigo. Do que ouço na rua. No café. Os números e as percentagens ( relativos ao desemprego ) são falsos, ( quanta gente não está contabilizada? ), e estão como tal subavaliados. O Governo não será com mais 90 kms de autoestrada que irá resolver coisa alguma. Sócrates não percebe que o desemprego já não é, ( se alguma vez o foi no nosso País ), uma realidade conjectural mas sim estrutural. E trágica. Ocorreu-me, ao ler as reacções dos especialistas, a crítica impiedosa dos camaradas chineses esta semana a Hussein Obama. Erros na política orçamental e a aposta errada no investimento público. No nosso caso resta saber se o objectivo não é reduzir o País a um amontoado de funcionários públicos, ( com bons aumentos em ano de Crise ), e subsidiodependentes, onde os que ainda produzem e trabalham, ( 90% do nosso tecido empresarial, o que produz riqueza, são PME’s ), ferozmente pilhados por uma teia fiscal obscena, ( agora ainda com o novo Código Contributivo ), vão sustentando a vara do Regime. Nem por acaso, hoje, um leitor do i, José Raimundo, sintetisa o espírito destes dias: este democracia destina-se a porcos. Ora nem mais. Lapidar. Afinal nunca tanto se estudou para saber tão pouco. Coisas.
É só botaabaixismo, caramba! Que cabala negra!
(…) :” Sendo assim, uma modesta proposta: e se o PM se demitisse? Há muita gente nesse velho partido de liberdade que é o PS que goza de prestígio e cuja probidade e competência intelectual são indiscutíveis. Podiam perfeitamente substituí-lo. Seria muito bom para o país. “
Hoje a celebrar o declinío, fim e morte da civilização ocidental. Percebe-se. O ódio profundo que sentem por si mesmos. Quanto ao resto, esperemos. Se calhar nem será mau, o futuro. ( Nem vamos buscar os ensinamentos do Império Romano ). Os novos bárbaros já cá estão. Por entre as ruínas da tal civilização ocidental moram os que nos livrarão das conquistas das feministas, dos barbudos, dos gays & fracturados restantes da ( pós ) modernidade. E de ti o que será Kamarada? Vai festejando, vai, que se faz tarde. Que Alá tenha piedade de ti.
( Se dúvidas houvesse ). Faça-se uma breve leitura aos últimos postes do Arrastão. Exemplar perfeito da visão doentia da dita esquerda moderna, este. Claro que, como a maioria dos cidadãos deste País, ( suponho ), serei contra a aplicação de taxas bancárias ( extras ) no uso do cartão multibanco. Não me passa é pela cabeça pôr o Governo a legislar para impor regras e proibições a quem as quer aplicar. No caso a Banca privada. Precisamente por ser privada. Precisamente por considerar que o Governo ( e o Estado ) nada têm a ver com o que rege a esfera privada da vida social. Aqui como no resto, como em tudo. O combate e a recusa das taxas compete a cada um, a cada cliente, os quais, ( no limite ), podem simplesmente mudar de banco. Grave é ver que em 2009 ainda existe quem tanto despreze a autonomia do indíviduo em nome do paternalismo marxista, quem ainda defenda ser obrigação do Governo e dos seus tentáculos, ( atravês da CGD, por exemplo ), interferir, manipular o Mercado, estabelecer normas. Legislar, preferencialmente. Ainda hoje, no i, ( eleito melhor jornal diário nacional da Europa pelo European Newspaper Award, parabéns e cata-te Publico ), Alberoni escreve que o pluralismo sempre foi negado por aqueles que ( querem destruir o passado e ) construir utopias. Coisa perigosa de gente não menos perigosa. As utopias. Esta é a mesma esquerda que com a sua velha matriz e visão totalitárias do mundo e do Homem exige que a minha união de facto seja igual ao casamento civil, ( o que não quero ), ou que estas sejam iguais às relações gays, que os tarefeiros da escola pública não sejam avaliados, que não possa decidir sobre a educação dos meus filhos, ler os livros que quero, matar-me a fumar ou comer o que me faz mal. Ou inventa coisas destas. Por exemplo. Sejamos claros: na base de tudo isto está o horror que têm à Diferença, ( mesmo quando se reclamam da dita para a combater ), e à Liberdade de cada um. O resto são balelas. Mais ou menos coloridas.
Vai-te foder ò Zé Pedro. Mesmo em terra de cegos para rei tens muito pouco.
Discretamente, o islâmico banqueiro Abdool Vakil, ( líder de entradas neste blogue, suponho ), foi afastado do BPN / Efisa por irregularidades no ano de 2008 naquele Banco. Nada de relevante, ainda muito curto, mas um princípio. Pena nunca se ir espiolhar toda a engrenagem da ( aparente ) fraude. Que o foi mas também é muito mais do que isso. Adiante, por hoje. Curioso é que a esta notícia, que tão pouca atenção mereceu, se sucede, de imediato, na edição deste domingo do Jornal Publico, uma chamada de atenção na contra capa, com fotografia do banqueiro, para uma peça no interior onde nunca se fala do dito e só muito indirectamente a matéria em causa terá a ver com o sujeito. Página 20, Crentes unidos na compaixão. Autoria do prestável António Marujo, pessoa com simpatias próximas quer do banqueiro quer do inefável Munir e que, por exemplo, no assalto ilegal à Direcção da CIL, ( quer no processo eleitoral quer na violação estatutária daquela Entidade ), nunca escondeu o seu lado da barricada. Curioso.
Previsível. Depois das ameaças & afirmações insultuosas de Vieira da Silva e Santos Silva, não há escutas e certidões para ninguém. Os amigos Monteiro & Nascimento para alguma coisa têm de servir. Uma cabala, portanto. Outra. Do Juiz de Aveiro, ( vai acabar pior que o Rui Teixeira ), à Polícia Judiciária, estão todos contra o menino d’ouro, ( o do amigo Dias Loureiro, compadre do Ferro Rodrigues ). Cavaco assiste e cala. Hajam nulidades, ou não, se as conversas com o Primeiro Ministro ( e não com o cidadão ) Sócrates, ( obtidas no âmbito de uma investigação criminal ), são ou não relevantes para condenar o seu amigo Vara, e o comprometem, ou não, por exemplo, o tempo o diria. E a Justiça. Se a houvesse. Ao certo, Vara, parece, segundo o STJ, gozar ( no caso das escutas serem destruídas ) de privilégios ( ilegais ) inacessíveis ao comum do cidadão. Assim, que sejam divulgadas as escutas e se verá da relevância. Mais: Sócrates não foi escutado. Sócrates foi apanhado ( por acaso ) em escutas legais a Armando Vara. Para já confirma-se. José Sócrates está, sempre esteve acima da Lei. Mesmo tratando-se tudo isto de comezinhos problemas políticos. Já o disse Soares, o grão mestre do Regime. Nem mais.
É público, é notório o desconforto demagógico da troupe esquerdalha com as faces ocultas do Regime. O silêncio, incómodo, só o quebram com argumentos xungas que voltam sempre ao mesmo: o ataque ao PSD atravês da recuperação do BPN e das vigarices do Dias Loureiro. ( Curioso como o Bibi Oliveira e Costa se tem apagado nesta trama ). Da mesma forma, corrupção rima só & apenas com Banca, preferencialmente a privada sendo o mau da fita Ricardo Salgado e o Grupo ES. Sobre Sócrates & o PS, da Casa Pia ao Freeport, de Macau às sucatas, das Estradas de Portugal à MotaEngil, os nossos kamaradas fracturados & restante esquerda moderna refugiam-se no ” à Política o que é da Política, à Justiça o que é da Justiça “. ( Esta regra é quebrável se lhes falarem em Berlusconi ). Outros sectores centram-se na implosão Ética e Moral do Regime. No limite todos passam ao lado do essencial. A saber: a corrupção, sendo transversal a toda a sociedade, é em Portugal, ( como a tal falência étca-moral ), preferencialmente relevante no mundo dos negócios do Poder e das grandes empresas públicas, com raízes profundas no sistema político-partidário e fortemente sustentada no caciquismo autárquico, ( de Isaltino a Salvaterra de Magos ). Mais: o estado a que isto chegou é o corolário lógico das sementes em que assenta o projecto do País abrilado. Enfrentar este estar pútrido é desmascarar o pretenso Sistema democrático herdeiro dessa coisa estapafúrdia, os valores republicanos, os tais que já gangrenaram a 1ª república e nos atolaram, agora, num lamaçal que só pode interessar à canalha que se fez gente a partir de 74. Neste contexto falar de independência, seja na Comunicação Social, seja na Justiça, soa a farsa, a papa para tolos. A papa com que, de Sócrates a Louçã, o parlamentarismo vigente nos alimenta enquanto se banqueteia, nauseabundo. O menino d’ouro? Leiam aqui. Ou aqui.
Deixei de comprar o Público desde a saída de José Manuel Fernandes e a ascensão da Kamarada Bárbara. Era leitor desde o número 1. Hoje ía abrir uma excepção: era dia de Pulido Valente. Crónica, nada. Também já foi saneado? Sem aviso? Já agora: amanhã ainda há Pacheco Pereira?
Em crescendo, lambusados pela melosa Alçada que fala muito em educar as crianças e pouco em ensinar. Percebe-se. A divulgar, pela Desobediência Civil.
( Pilhado de um dos nossos blogues favoritos, o Notas ao Café ).
( William Carlos Williams ). As fulanas não merecem grande atenção. Ou especial credibilidade. Muito menos enquanto jornalistas. Da mesma forma quem sai em defesa das ditas. Mas é sintomático. Depois da senhora Barbara Reis o Arrastão bate-se pela Câncio. Curioso. Anote-se.