( Pilhado de um dos nossos blogues favoritos, o Notas ao Café ).
Pobres bastardos, misquierdos / Pobrecitos / Ay! que pobres (…).
•Novembro 11, 2009 • Deixe um comentário( William Carlos Williams ). As fulanas não merecem grande atenção. Ou especial credibilidade. Muito menos enquanto jornalistas. Da mesma forma quem sai em defesa das ditas. Mas é sintomático. Depois da senhora Barbara Reis o Arrastão bate-se pela Câncio. Curioso. Anote-se.
Uma Justiça sucateira num Regime de paródia.
•Novembro 11, 2009 • Deixe um comentárioEu sei que o País, pequeno, proporciona as coincidências. Assim, nem por acaso, o primeiro grande contrato do Godinho foi-lhe garantido por Sócrates. Curioso. Sócrates a quem, coincidências, os casos suspeitos perseguem e inundam um curriculum sombrio. Impunemente, aliás e felizmente para nosso bem, tão necessitados do querido líder. Agora para lá da novela Monteiro/Nascimento, mais uma vez fica tudo na mesma. Por mim nada que espante ou surpreenda. Siga-se o trajecto das certidões, na Procuradoria desde Junho! Reouça-se o bitaite apressado da Cándinha a semana passada, ( antes de se saber já se sabiam as conclusões lendo as entrelinhas do que esta senhora costuma dizer e bloquear ). Serão justas e bondosas as razões do senhor Nascimento, velho compincha de Alberto Martins. Para mim o senhor rima com aversão a Rui Teixeira. A Casa Pia, percebem, lembram-se? Depois esqueça-se o essencial, a matéria de facto, e anotem-se as excitações para a venda dos jornais e as aberturas dos telejornais. O senhor Júdice a sair em defesa do arquivamento. O bufo Marinho bufo, também. Ou a entrada em cena do advogado Rodrigo Santiago. A Casa Pia, percebem, lembram-se? No País, pequeno, grandes, parece, só os tentáculos socialistas. Ao pé destes até o trafulha do Dias Loureiro é um aprendiz de feiticeiro e, vendo bem, até no BPN um Vakil passou ao lado da coisa. Esse, o islâmico banqueiro amigo do Soares e do Sampaio. Já agora: alguém sabe do Rendeiro? E do BPP? ( A ler, este e ainda o Cachimbo. Ou ainda José Maria Martins ) .
20 anos depois. O F6 ainda é o melhor cigarro do mundo e o Trabant um grande carro. O socialismo está bem e recomenda-se. Até um comuna queniano instalou-se na Casa Branca.
•Novembro 9, 2009 • 1 Comentário•Novembro 9, 2009 • 2 Comentários
Enquanto o comunista queniano Hussein NObama inicia uma conferência de imprensa dedicada a esse comovente momento de diálogo, tolerância e integração socio-cultural, a chacina islâmica em Fort Hood, com um par de piadas ( de mau gosto ), afunda-se ( mais ) a economia e o desemprego. Apesar das opções públicas. Lá, nos USA, como cá. Nada que perturbe a tranquilidade. Por lá a prioridade do nobel é atacar, condicionar e silenciar a Fox TV como por cá foi calar a TVI e disciplinar o Publico, nem por acaso agora empenhadamente elogiado e recomendado pelos esquerdalhos do costume, agora mais militante do que nunca: eles são os imigrantes, os gays, os minaretes na Europa, ( ou no que dela resta ), possívelmente erguidos para celebrar as matanças de Madrid, de Londres ou a morte do Theo Van Gogh. Nada de novo até porque preocupante não é o fundamentalismo tenebroso dos orfãos de Maomé mas a presença de crucifixos no espaço público ou as intervenções de Radtzinger. Nem por acaso, assim como assim, a portuguesa hierarquia, tão cobarde e omissa como o restante País lá segue de capitulação em capitulação. Da Crise real, a da pobreza, da fome, do desemprego, dos precários, dos idosos, dos agricultores, do défice, do endividamento, já nem o pregador Louçã fala. Passou-lhe a fúria justiceira e nem a Face Oculta o tira do poisio. Curioso mas não especialmente relevante. A corrupção é a matriz do Regime, a massa estruturante do PS, o retrato fiel da Justiça que sabemos e conhecemos, onde nem falta a usual intervenção da Cándinha e o diz que faz e não faz rigorosamente nada do PGR, verdadeira cereja no topo do nosso bolo democrático. Desta vez até o senhor Alegre saiu em defesa dos seus impolutos camaradas. E, urgente, é defender os interesses dos tarefeiros da Escola Pública, os stôres. Podia ser privatizar esta coisa toda. Não é. As Corporações, como o vinho, dão de comer a muitos milhares de inúteis e ainda alimentam o Poder que os afaga. Já o sabia Salazar. Tudo o resto, como a Ética, é uma questão de avaliação.
•Novembro 4, 2009 • 1 Comentário
Ide onanizar-vos que nós fomos dar banho ao cão. Por tempo indeterminado.
•Novembro 4, 2009 • Deixe um comentário
Programa, Sociedade Civil. RTP 2. Falava-se de livros & escritas. De Literatura, pouco. Ou nada. A lembrar salsichas & enchidos, o debate. Animadores, o Rodrigues dos Santos e o Viegas.Cada vez mais este é um tempo para exílios. E para reler poetas. Longe destes novos tarefeiros cabotinos em tempos de arrivismo de pacotilha.











