Colhemos o que semeamos. No caso, hoje, a vergonha da 1ª. República.

A que só agora começa a ser contada e, finalmente, a ser divulgada nos seus mais tenebrosos requintes. Vale o discurso interventivo de Cavaco, mesmo quando ele é cúmplice da stuação, ele que é outro herdeiro da democracia de Abril, a desmontar a virtualidade de um Governo autista face a uma realidade crescentemente impossível de camuflar com mais ou menos Propaganda. Os factos, para mal de muitos, aí estão, dispersos, um pouco por todo o lado a desmentir a engenharia socrática a que nem a fuga “chavista” ou os números de circo mais ou menos fracturantes, conseguem já disfarçar. Lamentável e já hilariante Manuela Ferreira Leite e os seus silêncios com sabor a tabu requentado.

~ por Acção Directa em Outubro 5, 2008.

Uma Resposta to “Colhemos o que semeamos. No caso, hoje, a vergonha da 1ª. República.”

  1. [...] sugestão de leitura: “colhemos o que semeamos (…)” in «Bandeira [...]

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