Uma Justiça sucateira num Regime de paródia.

Eu sei que o País, pequeno, proporciona as coincidências. Assim, nem por acaso, o primeiro grande contrato do Godinho foi-lhe garantido por Sócrates. Curioso. Sócrates a quem, coincidências, os casos suspeitos perseguem e inundam um curriculum sombrio. Impunemente, aliás e felizmente para nosso bem, tão necessitados do querido líder.  Agora para lá da novela Monteiro/Nascimento, mais uma vez fica tudo na mesma. Por mim nada que espante ou surpreenda. Siga-se o trajecto das certidões, na Procuradoria desde Junho! Reouça-se o bitaite apressado da Cándinha a semana passada, ( antes de se saber já se sabiam as conclusões lendo as entrelinhas do que esta senhora costuma dizer e bloquear ). Serão justas e bondosas as razões do senhor Nascimento, velho compincha de Alberto Martins. Para mim o senhor rima com aversão a Rui Teixeira. A Casa Pia, percebem, lembram-se?  Depois esqueça-se o essencial, a matéria de facto, e anotem-se as excitações para a venda dos jornais e as aberturas dos telejornais.  O senhor Júdice a sair em defesa do arquivamento. O bufo Marinho bufo, também. Ou a entrada em cena do advogado Rodrigo Santiago. A Casa Pia, percebem, lembram-se? No País, pequeno, grandes, parece, só os tentáculos socialistas. Ao pé destes até o trafulha do Dias Loureiro é um aprendiz de feiticeiro e, vendo bem, até no BPN um Vakil passou ao lado da coisa. Esse, o islâmico banqueiro amigo do Soares e do Sampaio. Já agora: alguém sabe do Rendeiro? E do BPP? ( A ler, este e ainda o Cachimbo.   Ou ainda José Maria Martins ) .

~ por Acção Directa em Novembro 11, 2009.

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