O banqueiro Vakil, o do BPN e do Efisa, é um homem de bem, um banqueiro.
Que provoca invejas. Ódios de pessoas mal formadas e ressabiadas. Tem um filho numa Universidade inglesa. É um homem de diálogo e tolerante. Tem um xeique, Munir, na Mesquita de Lisboa, vaidoso, arrogante e que mal sabe falar ou pensar em português, de desconhecidas habilitações literárias tiradas numa madrassa no Paquistão, que colecciona divórcios onde felizmente, dizem, nunca nada transpirou para a imprensa e um muezin que, veio na altura, no Independente, considerar o 11 de Setembro uma vitória de Alá. O banqueiro Vakil, homem culto e presença rotineira entre as élites da Nação, a bem ou a mal, fez-se de forma vitalícia presidente desta Comunidade Islâmica onde todos, ou quase, são extremistas e fundamentalistas mas asseguram a tranquilidade da sua postura, repetindo bastas vezes o velho ” deixem-nos trabalhar “. Em paz, naturalmente. O Dr. Vakil viciou eleições e não cumpriu estatutos para bem da CIL e, se calhar, de nós e dos amigos. Mesmo quando o Dr. Mussa Omar, homem de bem, pense e tenha dito que tudo isso era não olhar a meios para atingir fins suspeitos. ( Já agora onde andará nisto tudo, do Efisa à CIL, o moço de recados, o Ikbal? ). Como, por exemplo, manter afastados da Direcção da CIL os tristemente célebres Tablighs que, curiosamente, já lá estavam, como o atesta a fotografia de Ismael Lunat na sessão de abertura da Comissão de Liberdade Religiosa, ver na página do Indie em cima, e que, na altura, era membro directivo e polígamo tranquilo praticante. Aliás, o Dr. Vakil não se daria com muçulmanos que criaram verdadeiros bunkers tallibãs no Laranjeiro e publicavam revistas onde se ensinava que levar as crianças ao teatro ou ao cinema era o mesmo que lhes oferecer pornografia. Um banqueiro mundano não tem relações com uma organização considerada por quase toda a Europa e pelos USA como terrorista e fonte de operacionais da Al-Qaeda. Os Tablighs, precisamente. Como desconhece, ele e pelos vistos o Ministério da Educação o processo do Colégio Islâmico de Palmela, o seu financiamento ou a morte nunca investigada no seu interior de uma criança. Colégio alvo de reportagens várias onde se aponta o seu carácter de excelência sob a batuta de outro que tal, o Ismael. O Dr. Vakil não pode apreciar ou aceitar sequer a prática na sua Comunidade da mutilação genital feminina, o que aliás foi alvo de um artigo no Público de Sofia Branco que, por acaso, não voltou ao assunto. Nem do senhor Munir que a tudo diz sempre sim ou não e pouco mais mas é cuidadoso com os amigos. Vários. De António Marujo, jornalista também do Público a Pacheco Pereira que foi seu aluno ao que parece de Islão, explicando-se assim a sua militante islamofobia neocom. O banqueiro, homem do mundo e de sociedade, diz-se, deu a mão a Soares quando este já tinha enterrado financeiramente o País e levou medalha a 10 de Junho com Sampaio. Aliás de enterros, dizem, percebe ele e o irmão que arruinaram famílias e companhias de aviação em negócios que correram mal. Azares, claro. O Dr. Vakil não tem culpa nenhuma no facto de terroristas, desde os do 11 de Março ao que matou Theo Van Gogh, antes da coisa terem por cá andado. Nem que exista no Porto, comunidade orientada pelo contabilista de Gaia, o Manga, mas que se diz doutor, gente como o Abdellah na Mesquita do Heroísmo, miúdo rude e intratável, grosseiro e violento que a postura pacífica e gentil disfarça bem, ou como o braço direito de Karim, ( preso e extraditado por suspeitas terroristas para Itália ), o esquivo Khawaga que dificilmente se encontra mas a SIC entrevistou como pobre comerciante em 3 dias. Ou, como referi no post de ontem sobre o relatório do SEF, não tem de conhecer os negócios de gente das suas Mesquitas, os Abdrahamane, os Faeik ou os Tafar. Afinal nem sequer conhecer as habituais concentrações mundiais dos extremistas, discretamente seguras pela presença do SIS. Por exemplo. Nem tem de saber o que faz a sua Comunidade nem de onde lhe vem o dinheiro como nos cybers onde, por exemplo, pouco importa dar lucro por o importante é estar a servir a missão divina e onde se faz em pleno espaço público, ao som de sites sauditas, locais improvisados de oração. Esse, por acaso, até tem morada que serve vários em zona luxuosa da cidade e onde não mora nenhum e cartão de residência cujo número não entra no sistema do SEF. O Dr. Coutinho, da Embaixada em Islamabade, conhece-o bem, a ele e ao processo da mulher do dito que, em caso algum podia ir à Embaixada e ser controlada pela polícia do Musharaf. Pobre Senhor, o Coutinho, o que ele aturou. Ou seja. Vamos ver se nos entendemos. O dinheiro cai do céu, o Dr. Vakil tem um trabalho como outro qualquer, é dono do Efisa e, por acaso, teimou que tem de ser até morrer presidente da CIL, sem dela nada saber. Sei lá, teimosias. O resto é má vontade, desde alguns jornalistas a muçulmanos islamófobos, a quem nem ele nem a Comunidade dele, convence. Como, parece, ao contrário, convence tanto vip da nossa política, o amigo Dias Loureiro, mas não a Justiça espanhola, por exemplo. Coisas. Agora até os malandros da TVI. Sabem como é na nossa terra: os cães ladram, a caravana passa e ferrado fica o pagode.



[…] Jaamat) apregoam, na tentativa de enganar os incautos. Convém também não esquecer o líder da comunidade islâmica portuguesa, dono do Banco Efisa (que foi comprado pelo BPN de Oliveira e Costa…), Abdul Karim Vakil, um […]
Contra a subversão islâmica da Europa « Máquina Zero said this on Abril 7, 2009 às 6:55 am