Pode-se aplaudir, para o caso tanto faz. Mas nestas coisas de apoios e simpatias de momento e infrutíferas, quem fica a perder, para além do apoiado que não tem nem meios e força para se impor, é também o apoiante que seguramente vai pagar a factura (económica, claro está) e apenas pode contar com a sua vontade, mais nada! Típico em alguma Europa, seguramente que não em toda!
Se todos fossem assim cínicos ainda estávamos na Pré-História. Essa Europa economicista, felizmente, ainda não é para todos a Europa de que nos orgulhamos e nos moldou. A poucos, cada vez menos. Mas vale a pena insistir. Sabe bem para olhar de frente, pela manhã, os meus filhos. Dizer sempre Não enquanto se pode. Ter Valores. Ter princípios. ( Mesmo quando Sarko jogou, penso, a carta mediática ). Lamento, sim, a cobardia crescente dos que em nome de certos interesses nem o boicote aos Jogos de Pequim ensaiaram. A Europa capitulou, sabemos. Nós e um Bin Laden, por exemplo. A barbárie está já no meio de nós e rompe as fronteiras da Civilização. Voltamos ao mesmo. Resistir, sempre, enquanto for possível.
Pode-se aplaudir, para o caso tanto faz. Mas nestas coisas de apoios e simpatias de momento e infrutíferas, quem fica a perder, para além do apoiado que não tem nem meios e força para se impor, é também o apoiante que seguramente vai pagar a factura (económica, claro está) e apenas pode contar com a sua vontade, mais nada! Típico em alguma Europa, seguramente que não em toda!
Se todos fossem assim cínicos ainda estávamos na Pré-História. Essa Europa economicista, felizmente, ainda não é para todos a Europa de que nos orgulhamos e nos moldou. A poucos, cada vez menos. Mas vale a pena insistir. Sabe bem para olhar de frente, pela manhã, os meus filhos. Dizer sempre Não enquanto se pode. Ter Valores. Ter princípios. ( Mesmo quando Sarko jogou, penso, a carta mediática ). Lamento, sim, a cobardia crescente dos que em nome de certos interesses nem o boicote aos Jogos de Pequim ensaiaram. A Europa capitulou, sabemos. Nós e um Bin Laden, por exemplo. A barbárie está já no meio de nós e rompe as fronteiras da Civilização. Voltamos ao mesmo. Resistir, sempre, enquanto for possível.
Eu aplaudo!
Resistir SEMPRE…
Cumprimentos
Manuela Diaz-Bérrio