O fim de uma e o início de outra. Peregrinação.

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Com a sua morte cresce o silêncio e instala-se, em crescendo, a banalidade dos que nada sabem tudo pretendendo saber. Com ele aprendi. A ouvir. A estar atento à Sabedoria que desesperadamente procurava ocultar na simplicidade, sempre tão difícil de alcançar, com que abordava os temas mais complexos. Fascinante. Culto. Gentil. Cada dia são menos. Um punhado num País que se tornou deserto e já morreu. Escondido e esquecido injustamente nos últimos anos. Os abutres não tardarão em chegar.  ( Alguns já aparecem nas páginas dos jornais em comentários apressados ).Da Moraes ao Tempo e  Modo foi sempre uma lição, algures entre memórias e afectos e o amor imenso pela língua portuguesa. Um Homem, antes do escritor

http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1352376&idCanal=14

~ por Acção Directa em Dezembro 7, 2008.

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