Ao que parece o engenheiro falou ontem ao País numa quase conversa em família fora de tempo, no aconchego da SIC amiga. ( Aplauda-se no entanto o esforço feito para parecer que não. ( Em certas alturas, dizem-me, aquilo parecia um monólogo de cabeçudos teimosos ). Não terá dito nada de particularmente relevante. Talvez mais umas promessas e a crença firme num amanhã cantante apesar de tormentoso. Nada que faça vacilar as certezas e a determinação deste novo homem do leme. Por mim, sendo a realidade diferente da que me procuram impingir, foi tempo que não perdi. Como também não sou analista de café e muito menos da blogo, que siga e vá dar banho ao cão. Há coisas que, de tão ridículas neste Regime, só a meia dúzia de indigentes podem tirar o sono. Como as aventuras da República. A farsa. Assim como assim, garanto-vos postes por todo o lado a analisar o mais pequeno piscar de olhos. Como este aliás. Mea culpa. Como ser certo este pagode infeliz lá ir cantando e rindo botar o voto nas eleições da Democracia. Sejamos sérios: a quem a Crise tocou interessa realmente a encenação? Valha-nos o destino e o fado que nos traz, ciclicamente, estes homenzinhos fadados. De pão e circo falamos por aqui muito. Agora, Medina Carreira já avisou que haverá só circo pois até o pão acabou. ( Vejam o Raiva ). Restam-nos os esgares com que nos procura sorrir. Até nisso faz lembrar o de Boliqueime e desse a memória nada traz de saudoso, também. Juntem os dois, zangados ou com perrices de faca & alguidar, e tramados estamos nós. Acreditem ou não. Alternativas? Pois, votem na oposição. Eu espero pela Rua, por D.Sebastião ou por uma Maria da Fonte. Posto isto, sigam-se coisas sérias, sendo que todos o pensam mas não dizem, esta gente não o é: a MORTE ACAMPOU EM GAZA. O desemprego, cresce. A fome, também. Cá e lá. Para começar a labuta, chega e sobra, penso. Se ainda penso.( E tenho um horário complicado, tenho ). Aquilo é palha que não serve para um burro como eu. ( Triste é o dito ainda não ter percebido que o Estado somos nós. Para nossa infelicidade e alegria de banqueiros, patos bravos do betão e outras abéculas do género ). Para camelos se calhar até funcionou. A malta ladra mas não morde. O gajo já percebeu e não engana: tem a escola toda. O verdadeiro artista. Não se cuidem, não. Sonhos cor de rosa, prezados concidadãos. Olha o Alegre já mudou o voto a propósito dos professores. Nem mais.

Meus amigos, esta cambada que está no poder, da extrema-esquerda à extrema-direita, enquanto houver gamela de que possam comer, nunca irá embora; podem mudar as caras (é vê-los agora que as eleições de aproximam, de dentes arreganhados e garras afiadas, empurrando-se uns aos outros para tentarem chegar à manjedoura) mas a porcaria é a mesma.
Só há uma maneira de nos livrarmos deles: não votar ou votar em branco!
Deixemo-los a falar sózinhos!
Talvez alguém mande parar o baile!